Quarta, 22 de Fev de 2012
   
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As Bases da Conscienciologia

A ciência Conscienciologia está fundamentada no paradigma consciencial, sistema de referência que considera o estudo da consciência de modo integral, holossomático, multidimensional, multiexistencial, bioenergético, cosmoético e interassistencial.

A holossomática estuda a existência de vários corpos, ou veículos de manifestação da consciência. Além do corpo físico ou soma, a consciência utiliza um corpo energético (energossoma), um corpo emocional (psicossoma) e um corpo mental (mentalsoma). O estudo da consciência é realizado através do conjunto das suas manifestações pelos  diferentes corpos ou veículos. 

A abordagem multidimensional considera fatos, fenômenos e atuações da consciência ou personalidade não só físicos, mas também extrafísicos, bem como as suas inter-relações. No estudo da multiexistencialidade, a consciência é pesquisada por meio da série de vidas intra e extrafísicas alternadas e consecutivas. A atuação da consciência reflete o acumulado de experiências na sua serialidade existencial. 

A bioenergética investiga a consciência por meio da sua expressão energética nos mais variados contextos e ambientes, intra e extrafísicos. A bioenergia, presente em todas as dimensões, é utilizada pela consciência em todas as suas ações intra e interconsciencias. A qualidade do autodomínio e das interações energéticas, explicitam o nível de maturidade da consciência.

A cosmoética, compreendida enquanto moral cósmica multidimensional, permite estudar os princípios morais norteadores da manifestação consciencial.  Através do código pessoal e grupal de cosmoética, a consciência demonstra a sua afinidade com o fluxo do cosmos.  A pesquisa da interassistencialidade  compreende que o maximecanismo evolutivo é fundamentado na assistência, na cooperação, na vivência do binômio admiração-discordância, na convivência pacífica e fraterna entre as consciências. 

A vivência do paradigma consciencial deve ser pautada pelo princípio da descrença, ou na condição de não se acreditar em nada e nem em ninguém, mas submeter as suas hipóteses de pesquisa ao crivo das experiências pessoais e da análise lógica, racional, com profundidade e amplitude.