A autora examina seu meio familiar, social e profissional, enfocando, sobretudo, as soluções encontradas para driblar as dificuldades inerentes à condição feminina na primeira metade do século XX. O texto nos presenteia com uma deliciosa leitura, é rico em descrições de fenômenos anímicos que propiciaram o encontro com o modelo consciencial e as consequen tes mudanças decorrentes de uma nova postura. De acordo com Maria Thereza Lacerda "é importante firmar nossa posição perante a vida. Ao mesmo tempo, valorizar a individuação, isto é, o desenvolvimento da nossa singularidade pessoal, segundo Jung. Ao admitir nossas diferenças, não nos obrigamos a seguir o rebanho".